Minha Casa, Minha Vida já gerou 1,2 milhão de empregos

O programa habitacional Minha Casa, Minha Vida além de tornar realidade o sonho da casa própria de milhões de famílias, também contribui satisfatoriamente para a melhora da qualidade de vida do brasileiro e da economia, uma vez que ele já gerou mais de 1,2 milhão de empregos na construção civil em cinco anos. Tais informações puderam ser comprovadas por meio de um estudo elaborado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) a pedido de empresas da construção civil. Além de reduzir o déficit habitacional o programa habitacional teve impacto também nos investimentos da construção civil, uma vez que as construtoras realizaram mais contratações no período devido ao incentivo do governo.


O estudo “Políticas Permanentes de Habitação” avaliou o impacto do Minha Casa, Minha Vida (MCMV) do Governo Federal no setor da construção civil. Segundo o levantamento o programa habitacional contribuir para amenizar o déficit habitacional em, pelo menos, três categorias.

O Minha Casa, Minha Vida viabilizou a abertura de aproximadamente 1,2 milhão de postos de trabalho em todo o país, fator que incrementou a arrecadação tributária 17,8 bilhões em tributos que foram diretamente aplicados na construção civil e outros 15,7 bilhões nas demais atividades que estão envolvidas com a produção das moradias, tais como, materiais de construção.

Diminuição do déficit habitacional – O levantamento também mostrou que no Brasil, aproximadamente 73% das famílias que compõem o déficit habitacional tem renda de até três salários mínimos. Pelo fato do MCMV priorizar as famílias que possuem essa faixa salarial, tem reduzido significativamente esse número, uma vez que as famílias de baixa renda passam a conseguir financiar a compra da casa própria com o estímulo do Governo Federal, que chega a subsidiar até 95% do valor dos imóveis.

É inegável a importância do programa habitacional, sem ele, a prestação de um imóvel popular não seria inferir a R$900,00 o que inviabilizaria totalmente o financiamento para as famílias mais pobres. Com o Minha Casa, Minha Vida, até mesmo as famílias que ganham um salário mínimo tem a possibilidade de adquirir uma moradia, isso porque a prestação para esse público (faixa I) não ultrapassa oitenta reais por mês. O valor restante do imóvel é todo pago pelo Governo Federal por meio da Caixa Econômica Federal ou Banco do Brasil em forma de subsídio.

O Governo Federal já anunciou que o programa terá continuidade, em 2015 deve entrar em vigor o Minha Casa, Minha Vida 3, que dará continuidade aos investimentos e deve ter meta de executar mais de 3 milhões de moradia.
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