Minha Casa, Minha Vida influencia os índices de emprego do país

Um estudo feito pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) e pelos Ministérios das Cidades, Trabalho e Emprego revelou que o programa Minha Casa, Minha Vida influência os níveis de emprego do país. O MCMV é um programa habitacional criado pelo Governo Federal para viabilizar a construção de moradias para famílias com renda de até R$ 5 mil. Em 2013 termina a sua segunda fase, já sendo anunciada a terceira etapa que deve começar em 2014 e prevê a viabilização de três milhões de moradias, podendo chegar a quatro milhões.
Evolução de empregos diretos e indiretos pelo MCMV 


Segundo o levantamento o Minha Casa, Minha Vida foi responsável pela abertura direta e indireta de pelo menos 1,2 milhão de postos de trabalho em 2013.

Em 2009 quando ele foi lançado, foram criados mais de 158.710 empregos, em 2010 este número subiu para 804.249, atingindo em 2013 1.273.071 empregos diretos ou indiretos através do programa habitacional do Governo Federal. Os números mostram uma grande evolução na geração de empregos e também na geração de renda no país, principalmente no setor da Construção Civil.

Já o CAGED (Cadastro Nacional de Empregados e Desempregados) do Ministério do Trabalho e Empregos (MTE) mostra que apenas a Construção Civil abriu 75.725 novos empregos com registro em carteira apenas nos primeiros quatro meses de 2014.

Fundação Getúlio Vargas - FGV
Um estudo da Fundação Getúlio Vargas, divulgado em Abril deste ano, mostra que a intenção de contração por parte da Indústria da Construção Civil é alta e que deve ser mantida nos próximos meses. Pela pesquisa 32,7% das empresas que atribuem importância ao Minha Casa, Minha Vida preveem aumentar a mão de obra através da contração de novos profissionais, apenas 5,8% das empresas pretendem diminuir. O levantamento foi feito com base em uma pesquisa em 646 empresas do setor.

“A pesquisa mostra que a intenção de contratação da mão de obra parte das empresas que estão trabalhando com o Programa Minha Casa, Minha Vida”, avalia a coordenadora de estudos da construção da FGV, Ana Maria Castelo.

A fundação também mediu o nível de influência do Minha Casa, Minha Vida sobre os investimentos no setor da Construção Civil, segundo ele 9,6% das empresas acreditam que o programa habitacional tem influência alta nos novos investimentos e outros 11% acreditam que a importância é media. Dos grupos pesquisados 42,3% preveem melhora nos negócios, enquanto apenas 7,7% preveem piora nos próximos seis meses.
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