Qual a renda para poder adquirir casa ou apartamento pelo Minha Casa, Minha Vida

As Casas e Apartamentos do Minha Casa, Minha Vida já tornaram o sonho da casa própria uma realidade para muitas famílias, através dele é possível financiar uma casa ou apartamento com parcelas acessíveis, isso porque a taxa de juros é reduzida e o prazo de pagamento dos imóveis é de até 360 meses (30 anos) tornando assim as parcelas ainda menores. É importante que os interessados em adquirir uma moradia pelo programa conheçam as regras e incentivos oferecidos para então entender os benefícios que ele oferece. A regra mais importante é que para financiar utilizando o Minha Casa, Minha Vida a família não pode ter casa própria, e também não deve ter sido beneficiário por quaisquer programas habitacionais, sejam eles do estado, município ou do governo federal.
O programa está em sua segunda fase, ele é dividido em três faixas de renda, para cada uma delas é um incentivo diferente, quanto menor for a renda maiores serão os subsídios (dinheiro do governo) concedidos para a compra do imóvel. Quem ganha até três salários mínimos por exemplo chega a ter 96% do valor do imóvel custeado pelo programa.


Quem pode adquirir

  • Quem não possui casa ou apartamento próprio;
  • Renda de 0 até 10 salários mínimos;
  • Nunca foi atendido por programas habitacionais;


Faixa I – Prioridade

Quem ganha até R$1.600 tem prioridade na participação de programas habitacionais, esse grupo chega a ter 96% do imóvel subsidiado pelo programa MCMV. A parcela mínima é de R$25,00 (vinte e cinco reais) e a máxima R$80,00 (oitenta reais), ela será calculada conforme a renda do grupo familiar, sendo 5% do valor bruto. As famílias de baixa renda não passam por análise de risco, portanto não há problemas em estar com restrições no CPF (nome sujo) em órgãos de proteção ao crédito como SPC, Serasa, etc.

O pagamento do 5% da renda deve ser feito durante 120 meses (10 anos) a Caixa Econômica Federal ou ao Banco do Brasil. Na prática quem acaba pagando a maior parte do imóvel é o governo, portanto para conseguir uma moradia não é tão fácil, a inscrição deve ser feita na prefeitura do seu município, e muitas vezes elas estipulam prazos para isso. Outro fator que dificulta a aquisição é que os imóveis (casas e apartamentos) são sorteados entre os selecionados pela prefeitura de acordo com as regras do programa.


Faixa II

Na segunda faixa os incentivos são menores, nela participam as famílias cuja renda for acima de R$1.600 até R$3.275 o valor do subsídio concedido pelo programa pode chegar a até R$25.000,00 (vinte e cinco mil reais) de acordo com a renda e o valor do imóvel pretendido. O prazo de financiamento é de até 360 meses (30 anos), para isso as taxas de juros são reduzidas. Diferentemente com o que acontece com a primeira faixa do programa, neste grupo não é permitido que o responsável pelo financiamento tenha restrições do CPF (Cadastro de Pessoa Físico). Da segunda faixa de renda em diante o programa se assemelha mais a um financiamento habitacional, com o diferencial que os juros são menores e existem os subsídios do governo.

Faixa III

Essa é voltada para as famílias cuja renda for acima de R$3.275 até no máximo 10 salários mínimos.Para esse grupo não existem subsídios do governo, o diferencial é que o valor dos juros são os menores do mercado, além disso você terá menos gastos com seguros já que eles são mais baratos.
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