Qual a renda para participar do Minha Casa Minha Vida

O programa Minha Casa Minha Vida do governo surgiu com o intuito de ajudar os brasileiros na conquista da sua casa própria. Ele é um sucesso isso porque já ajudou mais de 1 milhão de brasileiros a conquistar a tão sonhada casa própria, e segundo a meta do governo até 2014 mais de 2 milhões de novas moradias devem ser entregues financiadas pelo programa. O programa já surtiu efeito em muitas cidades e já é possível analisar os aspectos positivos do programa na sociedade. O Brasil está crescendo e além de tirar o brasileiro da linha da miséria o governo quer oferecer a oportunidade da casa própria a todos e não apenas aos mais favorecidos. Uma das principais dúvidas em relação ao programa é quem pode participar e qual é a renda mínima para entrar em um financiamento do programa. O programa apesar de priorizar famílias de áreas de risco atende uma faixa de renda bem ampla que vai de 0 a R$5.000 nas áreas urbanas.

Qual a renda para participar do programa? 

O programa possui várias faixas de participação que varia de acordo com a renda familiar e também conforme a área (Zona Urbana e Rural). Abaixo você confere as famílias por renda que estão habilitadas a financiar por meio do Minha Casa Minha Vida:

Área Urbana

  • Famílias com renda mensal  de 0 a R$1.600 (FASE 1 do MCMV) 
  • Famílias com renda mensal de R$1.601 a R$5.000 (FASE 2 do MCMV) 


Área Rural 

  • Famílias com renda anual de até R$15.000 (Grupo 1) 
  • Famílias com renda anual de R$15.001 a R$30.000 (Grupo 2) 
  • Famílias com renda anual de R$30.001 a R$60.000 (Grupo 3) 


Como vimos o programa é classificado pela renda familiar. O prazo de financiamento pode ser de 120 a 360 meses e os juros são os mais baixos do mercado. A prestação mínima é de R$25,00 no caso das famílias participantes da primeira fase do programa que prioriza famílias de áreas de risco, áreas verdes ou que vivam em situação precária.

O programa habitacional tem colaborado com os municípios para a melhoria urbana e diminuição do déficit habitacional. Segundo o governo Dilma os investimentos na habitação popular não devem parar pois o governo busca dar ênfase nessa área pois ela tem papel importante na melhoria de vida das famílias. São casas e apartamentos de dois ou três dormitórios que realizam o sonho da casa própria de muitos brasileiros.
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